O Punk “Tupiniquim” nas décadas de 70 e 80

 Ana Paula de Paiva
Jéssica Newman
Juliana Magalhães Vilella
Mauro Lúcio Amaral Torres

Resumo

Este artigo tem como objetivo analisar os aspectos históricos que impulsionaram a formação do Movimento Punk, as condições que propiciaram o surgimento do movimento no mundo e especificamente no Brasil na década de 70, e as formas de expressão do movimento através da música e da moda punk.

Palavras – chave: Movimento Punk, Mídia, Violência, Ditadura Militar.

Introdução

Com o intuito de analisar os aspectos que impulsionaram a formação do Movimento Punk, utilizamos como base as obras Movimentos Culturais de Juventude  e Geração Abandonada, as publicações dos jornais O Estado de São Paulo e a Folha de S. Paulo e os documentários nacionais: Botinada: A Origem do Punk no Brasil e Garotos do Subúrbio. A partir destes aprofundamentos buscamos discutir as condições que propiciaram o surgimento e desenvolvimento no Brasil na década de 70, período da Ditadura Militar, como as formas de expressão do movimento através da música e da moda punk. Este trabalho tem como objetivo, inicialmente, traçar uma breve história dos primórdios do movimento.

Entre o objetivo especifico, está as particularidades do Movimento Punk, desde o surgimento do movimento em Nova York e a repercussão que foi gerada no Brasil, em meio à década mais “violenta”. O artigo trás para os dias atuais a discussão sobre o que levava jovens de 14 a 19 anos a ser tornarem adeptos do movimento que muitas vezes era relatado pelos canais midiáticos como um movimento violento composto por gangues. O texto leva ao leitor a uma viagem entres os subúrbios escuros do Movimento Punk, revelando que todas as histórias têm, no mínimo, dois lados.

Os primórdios do Punk

Quatro garotos de Nova York (Johnny, Joey, Dee Dee e Tommy), crescidos na década de 60, em meio à explosão de bandas de rock. A maioria das bandas que os influenciou já não existia mais. O que existia, naquele momento, era um rock com acordes intermináveis. Neste cenário que os Ramones entraram em cena. O mundo nunca tinha visto nada parecido com aquilo, músicas que duravam no máximo dois minutos, tocadas do jeito mais rápido possível, um vocalista bizarro de 1,98m encarando o público com os instrumentos abaixo da cintura e emendando uma música na outra, ninguém entendia nada, mas tinha um sentimento de que tudo aquilo que estava acontecendo era legal e de atitude (MEIRELLES, 1983). Em 1976, o Ramones lançou seu primeiro disco, homônimo, pela Sire Records. O LP tinha 14 músicas e 29 minutos de duração (Idem). As músicas e as letras eram simplíssimas. O álbum recebeu poucas, porém boas críticas, mas acabou não sendo um grande sucesso de vendas, mas os jovens que compraram formariam suas bandas posteriormente.

Depois de uma turnê que passou pela Inglaterra, o Ramones deixou uma legião de fãs no “velho mundo” e inspiraram a maioria dos jovens a formar uma banda. Dentre essas estava o Sex Pistols, inspirado pelo lema Do it yourself (Faça você mesmo), levou um novo apelo político ao Punk e as causas sociais. A Londres da década de 70 vivia uma recessão violenta. Desemprego, protesto e desânimo conviviam em desarmonia absoluta, numa provocação imediata para chamar o caos. De acordo com o historiador inglês Tony Judy, no Reino Unido, “o nível de desemprego excedia 1,6 milhão e continuava a crescer” (JUDT, 2008, p. 540). O historiador analisa que:

[…] No final dos anos 70, discutia-se muito a suposta ‘ingovernabilidade’ do Grã-bretanha, a percepção generalizada de que a classe política perdera o controle, não apenas da política econômica, mas do local de trabalho e até das ruas (Idem, p. 541).

O Estado de Bem-Estar no Reino Unido estava em xeque. Judt explica que, na segunda metade da década de 70, o programa de reestruturação econômica.

[…] reconhecia a inevitabilidade de certos níveis de desemprego; reduzia os repasses financeiros e os custos de mão-de-obra, pois protegia os operários especializados, enquanto permitia o surgimento de uma periferia desfavorecida de empregos contratados em regime de meio expediente, desprotegidos e não sindicalizados e que visava a controlar e reduzir a inflação e os gastos do governo, mesmo à custa da austeridade econômica e crescimento desacelerado (Idem, p. 139).

Nesse contexto econômico e social, gritavam: “Anarquia já!”. O Punk estava nas ruas, lutando por melhores condições. Eles cantavam sua indignação com tudo que estava acontecendo, como por exemplo, em Anarchy in UK[2], onde a letra diz: “I’m antichrist, I’m anarchist; Don’t know what I want; But I know how to get it; I wanna destroy the passerby; Cause I want to be anarchy; No dog’s body […]” e God save the Queen[3], que relata uma provocação ao governo britânico, a rainha, e a toda sociedade conservadora na época. “God Save the Queen; Her fascist regime; It made you a moron; A potential H bomb […]

Logo o estilo se popularizou rapidamente pelo mundo e, no Brasil, o movimento contava com várias bandas de punk rock como Olho Seco, Inocentes, Ratos de Porão, e outras. E assim como na Inglaterra, aqui também se usava um visual agressivo e de atitude para gerar uma mudança radical do sistema social.

Figura: Os quatros garotos de Nova York Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

O Nascer do Punk no Brasil e o fim da repressão

O Movimento que dominava Nova York e Londres, em 1974 e 1975, ao som oprimido e simplificado das bandas Ramones e Sex Pistols, chega ao Brasil com ideais diferenciados do que só se fazer um “novo” Rock n’ Roll.

Foi ainda nos anos 70 que surgiu mais uma tentativa de rebeldia contra a sociedade que negava ao jovem a possibilidade de realizar-se como pessoa: o punkismo gerado no ventre do proletário inglês, no caldo do desemprego e de crise do Reino Unido – um horror visual, a violência […] Avessos à política, sujos, segregacionistas, eles cantavam as canções do meteórico conjunto musical Sex Pistols, repetindo que, se a sociedade esta podre, e se ninguém, nem eles, pode salvá-la, o negócio é destruí-la de vez. (EMEDIATO, 1985: 42)

Durante a política recessiva e monetarista da ditadura militar, o movimento punk nasce para os brasileiros, em meados de 1976 e 1977, coincidindo com o retorno do Movimento Estudantil. Em 1977, o movimento estudantil somavam-se mais de um milhão e meio de universitários, e a qualidade do ensino naquela momento havia crescido inversamente a quantidade. As verbas naquela época eram escassas e apenas 5% do orçamento da União estavam destinados a educação (LEMOS, 1988, p. 34). As lutas estudantis ocuparam todo o cenário político do ano e foi neste momento que os jovens deram o grito político, trazendo de volta o movimento estudantil.  Como é descrito pelos autores do livro Movimentos Culturais de Juventude:

[…] ouvir rock […] passou a ser uma forma de contestar, de procurar um novo objeto, um novo ideal – não apenas a música, mas a carga de símbolos com que poderia ser vestida, as possibilidades de ruptura com os discursos conservadores de direita e de esquerda (BRANDÃO E DUARTE, 1995: 87).

Nesse período, devido à grande censura, poucos periódicos eram publicados no Brasil, mas as poucas publicações que chegavam às mãos dos jovens, e novo estilo musical que ouviam, eram reproduzidos em seus comportamentos como se isso preenchesse o inconformismo da época. O punkismo foi incorporado pela indústria, que passou a produzir discos, livros, objetos de adorno, roupas e tudo mais que expressasse esse horror aparentemente inconseqüente. (EMEDIATO, 1985: 42)

Quando li na revista ‘Pop’ uma reportagem sobre os Pistols, pensei: ‘Meu, isso é tudo o que estava procurando’. Descobri que era punk”, disse Zorro, ex-integrante da banda M-I9, hoje da banda Invasores de Cérebros à Folha de S. Paulo (1996, p, 4)

Entre 1977 e 1980, os punks eram considerados gangues de ruas que se identificavam pelas formas de vestir e pelo som estridente.  “Em plena ditadura militar nós rompemos com tudo, rompemos com uma estética visual, estética musical, e uma estética comportamental”, relata o músico Zorro, no documentário de Gastão Moreira, “Botinada: A origem do punk no Brasil!” (2007).

No começo, o Movimento Punk era apolítico, mas foi no início de 1980 que alguns adeptos passaram a colaborar com os anarquistas tomando um rumo totalmente direcionado à militância política, com discussões e ações mais ativas, opondo-se à mídia tradicional, ao Estado, às instituições religiosas e grandes corporações capitalistas, conforme (ASSIS, 2002).  Em 1982, com o intuito de unir as gangues de São Paulo com as do ABC, bandas punks brasileiras como Inocentes e Cólera decidem organizar o festival “Começo do Fim do Mundo”, no Sesc Pompéia. O festival, que tinha o intuito de unir os jovens, acabou em pancadaria entre polícia e Punks e ficou registrado com um dos maiores e históricos festivais de punk do Brasil. Somente em 1988, oficialmente, alguns Punks se uniram a grupos anarquistas, criando assim um novo grupo os Anarcopunks.

Em geral, o movimento defende valores como o anti-machismo, anti-homofobia, anti-fascismo, liberdade individual, autodidatismo etc.

Nesse período de repressões, os Punks buscavam uma revolução, com a quebra da superioridade imposta pelos burgueses. Os jovens divulgavam suas ideias por meio das músicas, de mídias alternativas – como os fanzines, revista alternativa, destinada aos fãs de determinada manifestação cultural. Em geral, evitavam a mídia de massa, como a televisão, para difundir suas ideias, por acreditarem que esses meios de comunicação eram manipuladores e que distorciam os fatos para benefício próprio.

Dentre os meios de comunicação destaca-se o jornal  O Estado de São Paulo, onde o jornalista e escritor Luiz Fernando Emediato acompanhou o cotidiano dos jovens da época. Guiado pelo jovem Renato (Caco) ex-traficante e usuário de drogas, o jornalista escreveu várias crônicas, que mais tarde se transformaram no livro: Geração Abandonada. Os relatos do livro, segundo Emediato, eram as histórias que os jovens o contavam. O jornalista recebeu, pela sua audácia de se inserir no meio deles, o prêmio Esso de Jornalismo, em 1982.

Em resposta à matéria “Geração Abandonada”, o vocalista e baixista da banda punk Inocentes, Clemente Tadeu Nascimento, disse que o Punk era um movimento sócio-cultural. “Ele é a revolta dos jovens da classe menos privilegiada, transportada por meio da música”.

Figura2_ Banda Colera Figura 3: Show punk Fontes: retiradas da internert, fotografo: ?

Para entender como essa “nova filosofia” influenciou as atitudes dos jovens brasileiros no período de recessão, antes, torna-se necessário entender quais os requisitos eram necessários para se enquadrar no movimento. Este é o tema do próximo tópico

Uma nova ideologia “Punk”

O que era necessário para ser e representar o “Ser Punk” naquela década?

Este artigo traz à tona o dilema: o que é necessário para ser um Punk? “Era uma disputa para ver quem era mais Punk, de um jeito muito juvenil, coisa de molecada” (ZORRO, 2007).

A tentativa foi a de relacionar a cultura vivida por eles a um estilo imposto por revistas como a POP – um cabelo moicano ou cortado por si próprio, jaqueta cheia de arrebites ou rolas tingidas e a excitação pela música punk rock. Na maioria dos casos, as publicações jornalísticas e a televisão traziam algumas informações equivocas e preconceituosas na hora de identificar o que é ser Punk, em textos opinativos, os jornalistas transformam os jovens seguidores deste movimento em seres desprezíveis e baderneiros.

O “ser Punk” não está relacionado somente à identidade visual. O jovem punk define o termo “Punk” como uma manifestação cultural e ideologicamente independente, fundamentando essa ideologia na subversão não coativa dos costumes cotidianos (D’AVILA, 2008). Fazem o que tem vontade e não se importam com as consequências ou com o que os outros vão dizer, seja no seu vestir ou no vocabulário, eles simplesmente não são adeptos ao caráter politicamente correto. Não seguem as normas impostas pelo Estado, seguem a vida com suas causas e vontades de ser, e não se importam com a sociedade ao seu redor. (Idem)

Acepções do “Ser Punk”

Em entrevistas com músicos que vivenciaram o nascer do Punk neste período histórico, apontamos que a censura, a repressão e a violência existiam, porém, não para todos. Em entrevista com o jornalista, escritor e musico Antonio Carlos, conhecido como Kid Vinil, nem todos foram afetados diretamente pela Ditadura Militar, de acordo com Kid, a repressão existia, porém ela não os atingiu diretamente, “a Ditadura Militar necessariamente não influenciou e nem atrapalhou o movimento, as pessoas conviviam com o Governo Militar, protestavam de certa forma, pois neste movimento diferentemente de outros as pessoas tinham a liberdade de falar, não dependiam tanto da censura, como outros artistas. O Punk circulava numa área mais independente”.

Em contrapartida ao jornalista e músico, o também musico Alexandre Dota, da banda Os Contras, afirma que em Minas Gerais, precisamente na cidade de Belo Horizonte, ele sofreu com a repressão militar e diz que: “Ser Punk naquela época e naquela região (região Centro Sul- Savassi) se resumia em tomar geral toda hora da polícia e ser preso em shows”.

Imprensa e violência no que diz respeito ao Movimento Punk

Com um perfil público, muitas vezes, violentos, os jovens adeptos e simpatizantes do Movimento Punk eram, na maioria das vezes, alvos da mídia sensacionalista, “Cuidado com eles – Suburbano e Pobre, o agressivo ‘Punk’ ganha as rua”. (BOTINADA, 2007)

O país saia do regime militar e o Estado não olhava para os jovens deste movimento com bons olhos. Assim, os confrontos entre punks e policiais eram frequentes. (SALLUN, 1996)

Os punks assim como toda a população desejavam viver em paz, porém, para conquistar isso, eles provocaram a “desordem” para contrapor à falsa paz que os governantes pregavam, pois, os ideais e as ações do movimento punk sempre estiveram diretamente ligados à mudança radical do sistema social, a quebra de valores sociais e morais.  “Claro que existiam os punks violentos, mas as pessoas generalizaram, pensando que todos nós éramos assim”, desabafa Clemente Tadeu, da banda Inocentes, no documentário Botinada (2007).

Os Punks tinham reconhecimento dentro dos diversos movimentos sociais, pois eram considerados grandes aliados nas lutas por interesses revolucionários. Eles têm grande atuação nos movimento negros, homossexual, de luta por moradia, indígena, entre outros. Portanto, a violência assim relatada está nas constantes brigas por um País mais justo. A luta desses jovens era contra o sistema, e não contra o povo!. Coisa que a imprensa da época não divulgava. (ASSIS, 2002)

“O Começo do Fim do Mundo”: a explosão do Punk

Em novembro de 1982, foi realizado no Sesc Pompéia de São Paulo, o festival O Começo do Fim do Mundo, com a presença de 19 bandas e “foi considerado o pontapé inicial da cena punk” (ASSIS, 2002). O evento acirrou as rivalidades entres os grupos Punks do estado Paulista e a Polícia. Festival que pregava pela união dos grupos, acabou deixando ainda maior as rivalidades entres eles e se tornou famoso pela mídia devido a sua desordem e violência:

Por volta das 17h, a polícia invade o salão, acaba com o que classifica “desordem” e leva para a delegacia parte da platéia – na maioria, adolescentes de 14 a 19 anos, roupas negras e cabelos coloridos e pontiagudos […] (SALLUM, Folhateen, 1996,p. 4).

O jornal norte-americano The Washington Post e a revista Maximmum Rock’n’Roll, da Califórnia, mostravam em suas matérias, pouco o som produzido pelas bandas e dava ênfase às brigas entre os jovens.  Segundo Sallun, a partir deste evento, os punks foram “perdendo espaço e voltando para os guetos”.  Além das divisões internas e da pressão policial, parte da imprensa publicou reportagens ressaltando a violência e os perigos do movimento, aumentando o preconceito em relação a eles.

Após uma fase de dispersão no meio dos anos 80 e o fim da ditadura militar, o movimento punk retornou mais diluído, porém mais organizado.

Pós-Punk: Existe vida após “O começo do fim do mundo” ?

Não se pode dizer que o punk brasileiro morreu. Após a grande repercussão da mídia, a onda punk ainda resistiria por mais alguns anos. O exemplo disso são os músicos Zorro e Ariel, eles se recusam até hoje a assinar contratos com produtoras e gravadoras. Os músicos já lançaram discos independentes e conservam até nos dias atuais o estilo Punk dos anos 70.

Conclusão

Com este artigo, os autores tiveram a oportunidade de conhecer e debater o passado, como uma forma de resgatar dos subúrbios do mundo tal do Movimento Punk, que foi mais uma das revoluções que ocorreu na metade da década de 70, e que influenciou milhões de jovens entre seus 13 a 20 anos, com seu estilo e músicas. O movimento defendia o Anarquismo e a liberdade individual, os adeptos manifestavam sua rebeldia contra a hipocrisia, e os privilégios, da sociedade conformista, as desigualdades sociais.

Podemos dizer que nenhum movimento musical conseguiu superar a força do Punk. Incorporando a rebeldia primal do rock n’ roll, um bando de garotos eternamente inconformados conseguiu transformar os padrões de comportamento em todos os segmentos do mundo pop. Não é exagero nenhum dizer que o punk mudou tudo – e não apenas no setor musical. Desde os primórdios, o estilo sustentou-se graças à sua multiplicidade. Ser punk sempre foi algo maior do que ser apenas mais um fã de uma banda.

O Punk Rock era um estilo de vida, que lutava pela igualdade. Esta pesquisa procurou compreender como os jovens constroem suas experiências a partir do estilo punk, como constituem uma identidade através dele e como elas se relacionam a outras esferas da vida. O foco dado ao Movimento Punk na região metropolitana de São Paulo esclareceu a rivalidade entre os adeptos do estado de Brasília que afirmavam que o movimento lá nasceu, o que é contraditório com nossas pesquisas e entrevistas. No desenvolver do trabalho discutimos a juventude, a mídia e a construção das identidades de seus integrantes.  O que proporcionou conhecer de foram geral e especializada a vida que se passava durante a Ditadura Militar.

Para se entender as diferentes experiências dos jovens adeptos ao estilo, durante quase 30 anos de existência do grupo, realizamos uma divisão em três momentos diferentes que refletem a sua trajetória, sendo, por essas razões, investigados sujeitos que não são mais jovens. Através da análise percebemos que o estilo oferece uma alternativa de pensamento e atuação no mundo, criando espaços de negociação com a sociedade, para além do momento da juventude. Permitindo elaborar vivências positivas, possibilitando aos seus adeptos a elaboração de formas próprias de ser e de viver na sociedade.

Referências

Garotos do Subúrbio (Boys from the Suburbs). Direção: Fernando Meirelles. São Paulo: Olhar Eletrônico, 1983. 1 fita de vídeo (00:42:00.), VHS, son., color., Brasil-português.

ASSIS, Diego. Festival punk de 1982 ganha reedição 20 anos depois. Folha de S. Paulo. 3 nov. 2002. Caderno lustrada. São Paulo.

JUDT, Tony. Trad. O’HEA, José Roberto. Pós-Guerra: uma história da Europa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.

EMEDIATO, Luiz Fernando. Geração Abandonada. 6ª ed. São Paulo:EMW Editores, 1985.

BRANDÃO, Antonio Carlos; DUARTE, Milton Fernandes. Movimentos Culturais de Juventude. 14ª ed. São Paulo: Moderna, 1995.

LEMOS, Cândida Emília Borges. Os reflexos do autoritarismo no comportamento dos jovens nos anos 80. 1988. 294 f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) –  Dep. de Ciência Política da Faculdade de Ciências Humans da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1993.

D’AVILA, Ivone Cecília. PunkCultura e Arte Punk. In. Varia hist. vol.24 no.40 Belo Horizonte July/Dec. 2008.

Botinada: A Origem do Punk no Brasil. Direção: Gastão Moreira. Produção: Gastão Moreira. Brasil 2006. cor .110 min. Gênero Documentário. Idioma original – Português.

ESMERALDO, Tiago. A história do Movimento Punk no Mundo e no Brasil. 27 ago.2009. Arquivado em Artigos. Disponível em: <http://www.jocumdf.com/a-historia-do-movimento-punk-no-mundo-e-no-brasil/> Acesso em: 20 mai. 2011.

SALLUM, Erica. O Movimento Punk no Brasil. Folha de S. Paulo. São Paulo, 28 de nov. 1996. Caderno Folhateen.

Entrevista com o músico e jornalista Kid Vinnil, realizada pelos autores deste artigo. 19 de mai 2011. Belo Horizonte- MG.

Entrevista com o músico Alexandre Dota, via email, realizada pelos autores deste artigo. 23 de mai 2011. Belo Horizonte-MG.

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